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EU TENHO UM SONHO

I HAVE A DREAM!

Essas foram as palavras que marcaram o discurso de Martin Luther King, pronunciado na escadaria do Monumento a Lincoln, em Washington, um dos principais da oratória americana.
EU TENHO UM SONHO!

Assim como Martin Luther King, Jr. Eu também tenho um sonho. Todos temos sonhos!

Aliás eu sou uma sonhadora convicta! Os sonhos são o meu combustível para continuar andando nas estradas da vida.Sonho com famílias felizes e estruturadas, Lares onde o diálogo ainda exista regados à lágrimas se for preciso, mas exista. Sonho com casais que se amem independente das circunstâncias em que vivam, sonho com um mundo mais humano para essas famílias viverem em paz. Sonho com uma Educação igualitária para todos, onde os professores tenham um salário justo.Uma Educação que prepare para a vida. Sonho com um maior número de homens honestos a governar nosso país a nossa "Pátria amada, Idolatrada." Será que nossa pátria amada encontra-se "Deitada eternamente em berço explêndido"? Por que existem tantas desigualdades sociais? Por que existe o racismo?? Sonho com um tempo onde os homens resolvam suas diferenças não baseados no ódio mas com base no amor.

Sonho e acredito no meu sonho. Um dia as mães de famílias alegrar-se ão ao ver que seus filhos encontram-se dormindo calmamente , protegidos no ambiente do lar e não chorarão os corpos rolando na rua após as baladas.

I have a dream!
Será que eu posso sonhar? Sou uma símples brasileira, pernambucana, professora. Mas... Eu tenho um sonho... Sonho com um mundo melhor para os meus filhos, netos , bisnetos.
Onde está a voz de milhões de pessoas que tem sonhos? Lembro-me de um homem que tinha um sonho e fez saber a todos através de um discurso que marcou a história.
O discurso de Martin Luther King, pronunciado na escadaria do Monumento a Lincoln, em Washington, foi ouvido por mais de 250.000 pessoas de todas as etnias, reunidas na capital dos Estados Unidos da América, após a «Marcha para Washington por Emprego e Liberdade». A manifestação foi pensada como uma maneira de divulgar de uma forma dramática as condições de vida desesperadoras dos negros no Sul dos Estados Unidos, e exigir ao poder federal um maior comprometimento na segurança física dos negros e dos defensores dos direitos civis, sobretudo no Sul.
Devido a pressões políticas exercidas pela Presidência dos Estados Unidos - ocupada por John Kennedy - as exigências a apresentar no comício tornaram-se mais moderadas, mas mesmo assim foram feitos pedidos claros: o fim da segregação no ensino público, passagem de legislação clara no que respeita aos direitos civis, assim como de legislação proibindo a discriminação racial no emprego; para além do fim da brutalidade policial contra militantes dos direitos civis e a criação de um salário mínimo para todos os trabalhadores, que beneficiaria, principalmente, os negros.
Realizado num clima muito tenso, a manifestação foi um estrondoso sucesso, e o discurso conhecido pela frase permanentemente repetida no meio do discurso «I have a Dream» (Eu tenho um sonho), mas também pela frase que é repetida no fim - «That Liberty Ring» (Que a Liberdade ressoe), que retoma o poema patriótico «América», tornou-se, com o discurso de Lincoln em Gettysburg, um dos mais importantes da oratória americana.
Em 1964 a Lei dos Direitos Civis foi votada e promulgada por Lyndon B. Johnson e em 1965 a Lei sobre o Direito de Votar foi aprovada.
Martin Luther King, Jr. Ganhou o Prêmio Nobel da Paz no ano seguinte, em 1964. Ele foi assassinado em 4 de abril de 1968.
Porém, o mundo vive um fato que nos faz lembrar desse belo discurso de Martin Luther King, A posse do primeiro Presidente negro (como a própria imprensa diz) da História dos Estados Unidos da América! Parte de um sonho realizado. Um sonho de justiça e Igualdade racial.

No mesmo lugar onde foi proferido esse discurso muitos anos tras,Obama dá início às cerimônias oficiais nas escadas do Lincoln Memorial, na frente o monumento em que o líder negro assassinado Martin Luther King fez o discurso histórico I have a dream (Eu tenho um Sonho).
“Obrigado América”, agradeceu o Presidente eleito dos Estados Unidos Barack Obama, aplaudido em delírio por uma multidão que encheu completamente o relvado do Mall da capital norte-americana .“Bem vindos à celebração da renovação da América”, cumprimentou Obama, que escolheu as escadarias do memorial de Abraham Lincoln, o Presidente republicano responsável pela abolição da escravatura e a união do país depois da guerra civil e que é o seu herói político, para o início oficial das comemorações da transição do poder.“Este é um dia muito feliz, muito feliz”, repetia Monica Stewart, que caminhava com os filhos pequenos pela mão para lhes mostrar “o que é que parece a esperança”. “Basta olhar para este mar de gente, de todas as cores, a acenar e a sorrir. Estas são as caras da esperança. Já tinha saudades de ver pessoas tão felizes nesta cidade. Pode escrever aí que a mudança já começou a chegar a esta cidade”, observava.“Vamos parar aqui. Este lugar é perfeito”, comandava à família. Atrás de si ficava a pequena colina a partir de onde se ergue o majestoso obelisco que celebra Washington, envolto num círculo de bandeiras americanas; e ainda mais para trás, minúsculo pela distância, o edifício do Capitólio. À sua frente, uma multidão ocupara já todo o espaço disponível até aos degraus do memorial de Abraham Lincoln, que serviu de palco às celebrações de ontem. “Temos dois ecrãs gigantes mesmo à nossa frente. Vamos conseguir ver tudo”, notava Monica, satisfeita.“Tudo” era um festival de estrelas da música e do cinema, presença menos frequente em Washington, convidados para recitar as grandes frases do passado e exaltar o patriotismo americano. “Estamos aqui para celebrar a nossa história e o nosso futuro”, resumiu a actriz Ashley Judd.Bruce Springsteen comoveu a multidão com uma versão acústica de The Rising acompanhado por um coro gospel. Tom Hanks fez um emocionado tributo a Abraham Lincoln. John Mellencamp deixou o Mall a cantar em uníssono Ain't that America. Queen Latifah lembrou Marion Anderson, uma cantora negra impedida de participar num concerto na capital por causa da cor da pele, e mais tarde convidada para actuar naquela mesma escadaria pela antiga Primeira Dama Eleonor Roosevelt. Will.i.am e Sheryl Crow fizeram todos saltar com a sua interpretação de One Love. E Stevie Wonder, um dos preferidos do Presidente eleito, pôs toda a família Obama a dançar".

Alguns pormenores disso tudo me chama à atenção, e sei que nem preciso falar quais são. Admiro uma família feliz, pai, mãe, filhos, juntos.Juntos sempre. As imagens de Obama e Família me inspiram a escrever.



Eles parecem unidos, apaixonados e felizes.

Se tivermos que escolher uma palavra para descrever o Presidente dos EUA seria: simpatia. Obama é simpatico como também a família toda, dá gosto de se ver, dá gosto de olhar. A sua Senhora elegantemente vestida é um ícone para as mulheres. Família simpática e por por consequencia a America tornou-se simpatica também. Creio que eles tem um coração feliz, genuinamente feliz. Como diz a palavra: "O coração alegre aformoseia o rosto".
Creio que esse é o segredo da sua vitoria: Felicidade, Simpatia que o torna sempre capaz de relacionar-se com os outros, com a nação.
Obama representa a esperança de renovação de uma América que precisa mudar e reformar seus valores e atitude perante o mundo. A palavra mudança foi o forte da sua campanha para movimentar os jovens e os indecisos.

A América está alegre.
A Alegria é contagiante. A esperança renova.

Esperança de melhores dias mesmo enfrentando crises, dissabores. Porém alicersados em um amor que tudo crê, tudo espera, tudo perdoa.

Welcome and "So help us God"!
Existe mais alguns detalher que me fizeram pensar.
Na cerimônia de posse ao ar livre, na frente do Capitólio, sede do Congresso americano. Obama presta o juramento com a bíblia de Abraham Lincoln, e pronunciará seu discurso de posse.
Após a oração do controverso pastor evangélico Rick Warren, a "rainha do soul" Aretha Franklin, de 66 anos, cantará para o presidente. Em seguida, será realizado um concerto do quarteto composto por Itzhak Perlman (violino), Yo-Yo Ma (violoncelo) a pianista Gabriela Montero e o clarinetista Anthony McGill. A poetisa Elizabeth Alexander, nascida no Harlem, declama um poema.
O referendo Joseph E. Lowery pronunciar a bênção, seguido do hino nacional americano executado pela banda Sea Chanters, da Marinha americana. A festa termina com o desfile de fanfarras de todo o país até a Casa Branca. Dez bailes oficiais foram organizados na noite em homenagem ao casal presidencial.
Belos, emocionantes e marcantes momentos acompanhados por todo o mundo.
Os jornais que divulgam a Programação da Posse do Novo Presidente diz que O presidente, o vice e suas famílias participam de uma oração na Catedral Nacional de Washington na Quarta Feira. Bem, O Dia não importa. O que importa é a ação. Orar.
"Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR".(Sal 33.12a) E por falar nisso... Uma coisa leva à outra,né? segundo, O Globo.com :Barack Obama terá o direito de usar a frase "So help me God" ("com a ajuda de Deus", em livre tradução para o português). A liberação foi dada por uma corte distrital de Washington D.C.
O caso ganhou destaque após o advogado Michael Newdow, ativista ateu que busca tirar referências religiosas de práticas do governo do país, entrar com uma ação na Justiça em nome de um grupo de ateus. Segundo Newdow, com a menção a Deus, incluída pela Suprema Corte, os cidadãos de outras crenças são excluídos do discurso que deveria ser representativo de toda a população do país. Se dependesse dele, o juramento iria se encerrar na menção à Constituição, sem falar em religião.
Juntemo-nos a Barack Obama:"So help me God"! Com a ajuda de Deus!
(By Soneide Luz - Referências Globo.com and http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356639&idCanal=11)


I Have a Dream
"Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e da Declaração de Indepêndencia, estavam assinando uma nota promissória de que todo norte americano seria herdeiro. Esta nota foi a promessa de que todos os homens, sim, homens negros assim como homens brancos, teriam garantidos os inalienáveis direitos à vida, liberdade e busca de felicidade.
Mas existe algo que preciso dizer à minha gente, que se encontra no cálido limiar que leva ao templo da Justiça. No processo de consecução de nosso legítimo lugar, precisamos não ser culpados de atos errados. Não procuremos satisfazer a nossa sede de liberdade bebendo na taça da amargura e do ódio. Precisamos conduzir nossa luta, para sempre, no alto plano da dignidade e da disciplina. Precisamos não permitir que nosso protesto criativo gere violência físicas. Muitas vezes, precisamos elevar-nos às majestosas alturas do encontro da força física com a força da alma; e a maravilhosa e nova combatividade que engolfou a comunidade negra não deve levar-nos à desconfiança de todas as pessoas brancas. Isto porque muitos de nosssos irmãos brancos, como está evidenciado em sua presença hoje aqui, vieram a compreender que seu destino está ligado a nosso destino. E vieram a compreender que sua liberdade está inextricavelmente unida a nossa liberdade. Não podemos caminhar sozinhos. E quando caminhamos, precisamos assumir o compromisso de que sempre iremos adiante. Não podemos voltar.
Digo-lhes hoje, meus amigos, embora nos defrontemos com as dificuldades de hoje e de amnhã, que eu ainda tenho um sonho. E um sonho profundamente enraizado no sonho norte americano.
Eu tenho um sonho de que um dia, esta nação se erguerá e viverá o verdadeiro significado de seus princípios: "Achamos que estas verdades são evidentes por elas mesmas, que todos os homens são criados iguais".
Eu tenho um sonho de que, um dia, nas rubras colinas da Geórgia, os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos senhores de escravos poderão sentar-se juntos à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho de que, um dia, até mesmo o estado de Mississipi, um estado sufocado pelo calor da injustiça, será transformado num oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho de que meus quatro filhinhos, um dia, viverão numa nação onde não serão julgados pela cor de sua pele e sim pelo conteúdo de seu caráter.
Quando deixarmos soar a liberdade, quando a deixarmos soar em cada povoação e em cada lugarejo, em cada estado e em cada cidade, poderemos acelerar o advento daquele dia em que todos os filhos de Deus, homens negros e homens brancos, judeus e cristãos, protestantes e católicos, poderão dar-se as mãos e cantar com as palavras do antigo spiritual negro: " Livres, enfim. Livres, enfim. Agradecemos a Deus, todo poderoso, somos livres, enfim".


(I Have a Dream - Portuguese Translation Eu Tenho Um Sonho Martin Luther King, Jr. 28 de agosto de 1963 Washington, D.C.)