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Bíblia: Livro sem Igual!


NÃO!Não viveria sem a Bíblia! Ela fala do Senhor da minha vida: DEUS! É a sua Carta ao mundo! Não durmo sem ler a Bíblia e ao acordar, encontro-me com Deus através das suas palavras. Ela destila "mel" que adoça o meu viver.
Gostaria de falar um pouco sobre essa "AMÍGA".


SUA ORIGEM

A coleção de livros que constitui as Escrituras Sagradas é a mais antiga que existe.

Os primeiros cinco livros, chamados Pentateuco, foram escritos por Moisés, cerca de 1.500 anos antes de Cristo, e o último, o Apocalipse, foi escrito pelo apóstolo João, perto do ano 100 depois de Cristo, perfazendo assim um total de aproximadamente 1.600 anos, durante os quais a coleção foi escrita.

Colaboraram na sua produção cerca de 40 autores. Achamos entre eles reis e pescadores, legisladores, estadistas, filósofo, pastor, médico, coletor de impostos. Esses homens escreveram sobre praticamente toda espécie de assuntos: História, biografia, poesia, provérbios, profecia, parábolas, salmo e sermões.

Mas, a despeito dessa diversidade de autores e de assuntos, o Livro tem unidade. Um autor não contradiz outro. O segredo? O apóstolo S. Paulo escreveu:
"Toda Escritura é inspirada por Deus". II Timóteo 3:16. "Sabendo, primeiramente, isto que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana, entretanto, homens falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo." II S.Pedro 1:20 e 21.

O Espírito Santo comunicou as mensagens de Deus a homens piedosos e moveu-os a transmitir essas mensagens pela palavra falada ou pela palavra escrita. Cerca de 1.300 vezes encontramos nas Escrituras as expressões: "Ouvi a palavra do Senhor", seguidas de mensagens ao homem.

Dividem-se as Escrituras em Velho e Novo testamento.

1) O Velho Testamento contém 39 livros, e foi escrito em hebraico;

2) O Novo Testamento, em grego, e tem 27 livros. Para facilitar sua leitura, os tradutores dividiram os livros em capítulos (são os números maiores) e estes em versículos (números menores).

PROVAS DA DIVINA INSPIRAÇÃO DAS ESCRITURAS

A sua unidade.

Embora produzidas por muitos autores que viveram em diferentes e sob variadas influências, as Escrituras apresentam unidade de ensinamentos.
A sua harmonia com a Ciência

As Escrituras não são um tratado de ciência naturais, mas nos pontos em que os seus ensinos penetram a área da Ciência, elas estão em harmonia com os fatos.

Por exemplo: as Escrituras afirmam que houve um dilúvio universal. E quanto mais a Ciência acumula conhecimentos sobre a crosta da Terra tanto mais evidente se torna que houve um dilúvio. Elas afirmam que nalgum tempo do passado houve uma criação - que Deus criou o mundo e as coisas que nele há. E a despeito do tremendo avanço da Ciência no tempo atual, não há um só fato científico que contradiga esta afirmação do Livro. Com efeito, a verdadeira Ciência e as Escrituras devem sempre estar de acordo.
As suas profecias

Só Deus conhece o futuro. E nas profecias das Escrituras acha-se revelado o futuro de cidades e de povos. Também o futuro do mundo, como está exposto na lição seguinte.
O seu poder transformador

Onde quer que as Escrituras sejam lidas e sua mensagem recebida, elas operam transformação. Os maiores criminosos tornam-se cidadãos pacíficos e ordeiros. As sociedades mais corruptas são elevadas, enobrecidas. Tribos antropófagas se transformam em gente pacífica.

"Não posso argumentar com você", disse um simples e velho fazendeiro a seu amigo. "eu não posso apresentar fatos teológicos ou científicos; eu não posso explicar a filosofia da revelação; mas isto eu sei, que quando era um homem mau e perverso, a Bíblia tomou conta de mim e amansou o "tigre" que estava dentro de mim."

Um jovem, errante maltrapilho, ao rebuscar algumas coisas deixadas por sua moribunda mãe, deu com um exemplar das Sagradas Escrituras. Algo fez com que ele abrisse o mesmo e então com as palavras escritas por sua própria mãe: "Esse Livro o afastará do pecado; ou o pecado o afastará desse Livro".
A sua autoridade

Foi o próprio Senhor Jesus que declarou: "A Tua Palavra é a verdade". (S. João 17:17). Jesus baseou os Seus ensinos nas Escrituras. Citava-as constantemente. Por vezes fazia a pergunta: "Que está escrito na lei?" (Lucas 10:26) , "Nunca lestes nas Escrituras?" (S. Mateus 21:42). "Não provém o vosso erro de não conhecerdes as Escrituras?" (S.Marcos 12:24). Noutra ocasião Ele disse: "Errais não conhecendo as Escrituras" (S.Mateus 22:39). "A Escritura não pode falhar" (S.João 10:35).



QUE ENSINAM AS ESCRITURAS?

Muitos temas são tratados nas Escrituras, mas, um a todos se sobrepõe: O da obra de Cristo em favor do homem.

O específico objetivo do Livro é anunciar o amor de Deus, a manifestação do Seu Filho e tudo o que Ele Se propõe fazer pelo pecador:
"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna". S.João 3:16.

Aquele que com espírito sincero e dócil estuda as Escrituras, procurando compreender as suas verdades, será levado em contato com seu Autor, pois Ele mesmo disse: "São elas que de Mim testificam". S.João 5:39 - e não andará nas trevas do erro:
"Lâmpada para os meus pés e a Tua Palavra e luz para os meus caminhos". Salmos 119:105.

Não há posição na vida, nem fase na experiência humana, para as quais as Escrituras não tenham valiosa instrução. O homem, criado para encontrar em Deus suas mais altas alegrias, em nada mais poderá achar aquilo que satisfaz os anelos do coração e sacia a fome e sede da alma. Vivemos num mundo enfermo e do íntimo da alma clamamos: Cura-me, Senhor! A estes diz o compassivo Salvador:

"Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados e Eu vos aliviarei.... e achareis descanso para as vossas almas". S.Mateus 11:28-30.

"Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós." I S.Pedro 5:7.

"Es que estou convosco todos os dias, até a consumação do século". S.Mateus 28:20.

As palavras das Escrituras são palavras de Cristo. Crendo e praticando os ensinos do santo Livro nós nos firmamos no Senhor. E desta maneira asseguramos o êxito presente e eterno de nossa vida, pois seremos levados ao contato com Cristo. Vamos juntos, prezado leitor, meditar e cavar bem fundo na mina celeste.

A origem do Dia da Bíblia

Durante o período do Império, a liberdade religiosa aos cultos protestantes era muito restrita, o que impedia que se manifestassem publicamente.

O Dia da Bíblia surgiu em 1549, na Grã-Bretanha, quando o Bispo Cranmer, incluiu no livro de orações do Rei Eduardo VI um dia especial para que a população intercedesse em favor da leitura do Livro Sagrado. A data escolhida foi o segundo domingo do Advento - celebrado nos quatro domingos que antecedem o Natal. Foi assim que o segundo domingo de dezembro tornou-se o Dia da Bíblia. No Brasil, o Dia da Bíblia passou a ser celebrado em 1850, com a chegada, da Europa e dos Estados Unidos, dos primeiros missionários evangélicos que aqui vieram semear a Palavra de Deus.

Pouco a pouco, as diversas denominações evangélicas institucionalizaram a tradição do Dia da Bíblia, que ganhou ainda mais força com a fundação da Sociedade Bíblica do Brasil, em junho de 1948. Em dezembro deste mesmo ano, houve uma das primeiras manifestações públicas do Dia da Bíblia, em São Paulo, no Monumento do Ipiranga.

Hoje, o dia dedicado às Escrituras Sagradas é comemorado em cerca de 60 países, sendo que em alguns, a data é celebrada no segundo Domingo de setembro, numa referência ao trabalho do tradutor Jerônimo, na Vulgata, conhecida tradução da Bíblia para o latim. As comemorações do segundo domingo de dezembro mobilizam, todos os anos, milhões de cristãos em todo o País.

Além de Cultos de Gratidão, em alguns lugares são realizadas carreatas, concentrações, passeios ciclísticos ("Pedalando por Bíblias"), maratonas de leitura bíblica, distribuição de folhetos e bíblias, etc..

NÃO PODERIA DEIXAR DE MENCIONAR a MULHER NA BIBLIA, FOCANDO RAPIDAMENTE: A MULHER NO NOVO TESTAMENTO.
Novo Testamento, descobrimos a posição das mulheres piedosas, honradas e belas no mais alto grau. A virgem Maria -- "agraciada" -- "bendita entre as mulheres"; sua prima Isabel, mãe de João Batista; Ana, idosa viúva de oitenta e quatro anos, dedicada ao serviço de Deus, são as mais belas personagens conectadas ao nascimento de Cristo.

Maria, a irmã de Lázaro, assentava-se aos pés do Senhor para ouvir a Sua palavra. Foi ela que O ungiu para o Seu sepultamento, uma ação que jamais perderá a sua fragrância -- "onde quer que este Evangelho for pregado, em todo o mundo, também será referido o que ela fez para memória sua" (Mt 26:13). Ela recebeu um elogio que não poderia ser mais elevado: "Esta fez o que podia" (Mc 14:8). À Maria Madalena foi concedida a alta honra de transmitir a maravilhosa mensagem da ressurreição de Cristo aos Seus discípulos: "Dize-lhes que eu subo para o meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus" (Jo 20:17). Pensem nas mulheres que serviam o bendito Senhor Jesus (Lc 8:3). Que honra!

E quando chegamos ao tempo quando Cristo já havia subido aos céus e o Espírito Santo já havia sido enviado, somos lembrados das "mulheres gregas da classe nobre" (At 17:12) que creram e do elogio que Paulo fez às mulheres que trabalharam no Senhor (veja Rm 16). Ou Priscila, que sob a liderança de seu marido, teve o privilégio de instruir o eloqüente Apolo, declarando-lhe "mais pontualmente o caminho de Deus" (At 18:26). Que belo e honrado caminho foi esse trilhado pelas mulheres cristãs!
LEIA A BÍBLIA!
AMÉM! AMÉM! AMÉM!
(Agradecimentos:www.sbb.org.br/ www.bibliaonline.net/http://www.stories.org.br/